Certo dia, estudantes da Universidade Adventista Southern estavam trabalhando em um estande de uma feira de saúde no Samaritan Center, em Ooltewah, Tennessee, quando puderam ajudar uma idosa da comunidade a ter uma segunda chance de vida.
Barbara Smith, aposentada e ex-funcionária da universidade, havia passado pelo brechó e pelo centro de serviços sociais para fazer compras, mas começou a sentir tontura e fraqueza. As formandas de Enfermagem Yuna Kim e Somee An perceberam que ela estava instável ao caminhar e a conduziram rapidamente ao estande para verificar seus sinais vitais.
Assustadas com a pressão arterial elevada e o pulso perigosamente baixo, elas avisaram John Singletary, professor assistente de Enfermagem, que recomendou que Barbara fosse levada imediatamente ao pronto-socorro mais próximo.
As estudantes permaneceram com Smith até que o transporte para o hospital fosse providenciado. No hospital, os médicos estabilizaram seu quadro e decidiram mantê-la internada durante a noite. No dia seguinte, após avaliarem seu coração, os cirurgiões implantaram um marca-passo. Embora fraca e cansada, Smith logo pôde voltar para casa. Ela reconheceu que talvez não estivesse viva sem o atendimento recebido dos estudantes de Enfermagem da Southern.
“Mesmo que elas sintam que não estão causando um grande impacto agora, elas estão”, afirma Sherry Poston-Smith, diretora de comunicação e voluntariado do Samaritan Center e nora de Smith. “Depois que minha sogra voltou para casa, instalei um aplicativo no telefone dela que se conecta ao consultório médico, monitorando sua condição, e descobrimos que o marca-passo está sendo utilizado 95% do tempo. Isso confirma que os estudantes lhe deram uma segunda chance de vida.”
Os estudantes da Escola de Enfermagem da Southern são treinados para observar e atender às necessidades da comunidade e para responder a emergências durante os estágios clínicos.
“Até onde sei, esta foi a primeira emergência comunitária vivenciada pelas estudantes”, afirmou Singletary. “Elas precisaram agir com autonomia e tomar decisões clínicas corretas para garantir que Barbara recebesse o atendimento adequado imediatamente. Foram excelentes exemplos do que um enfermeiro bem treinado pode fazer.”
A versão original deste artigo foi publicada no site da Divisão Norte-Americana.






