Uma equipe da Universidade de Montemorelos conquistou o primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo no Concurso Estadual de Conhecimento em Fisioterapia, “Fisiotrón”, organizado pelo Colégio de Fisioterapia e Reabilitação de Nuevo León (COFIRENL), no México.
A edição de 2025 teve como foco a traumatologia e a ortopedia e foi realizada durante o 4º Congresso de Fisioterapia e Reabilitação, nos dias 20 e 21 de setembro de 2025.
A competição reuniu equipes de universidades de todo o estado, combinando perguntas de múltipla escolha, análises de casos clínicos e rodadas finais em confronto direto.
Embora a vitória tenha trazido reconhecimento, prêmios e prestígio, as estudantes Nancy Rocha, Dinora Flores e Addy Espinoza afirmaram que o verdadeiro valor — e a chave para o sucesso — esteve no processo que as levou até lá: horas de estudo intenso unidas a práticas espirituais planejadas em equipe.
Durante várias semanas, o time dedicou intervalos, tardes e dias de folga para dominar o guia do concurso, resolver casos clínicos e simular rodadas de perguntas. Desde o início, elas decidiram que a preparação não seria apenas acadêmica. Incorporaram momentos de oração conjunta, estudo da Bíblia e um jejum no sábado, véspera da competição.
“Na minha experiência, o jejum foi a chave para sentir-me completamente em paz — confiante de que Deus faria a Sua vontade”, disse Rocha, que também representou a UM em 2024. “Esse desafio me ensinou a não temer o fracasso; quem não tenta perde mais.”
Flores destacou que o foco espiritual as sustentou nos momentos mais tensos. “Quando uma de nós subia para responder, as outras duas oravam naquele instante”, contou. “Aprendemos que cada conquista só tem sentido se a entregarmos a Deus.”
O professor e orientador Misael Castro, que leciona no programa de Fisioterapia e Reabilitação, destacou que a marca registrada da equipe foi a união entre disciplina e fé.
“As alunas se dedicaram ao estudo com afinco e também demonstraram serenidade e confiança em Deus”, afirmou.
Para Espinoza, a maior lição foi o poder do trabalho em equipe.
“O trabalho em equipe nos permitiu confirmar respostas e apoiar umas às outras”, disse. “Aprendi que, com a ajuda de Deus, nossos sonhos e objetivos podem se tornar realidade.”
Além do prestígio, a equipe recebeu 8.000 pesos mexicanos (cerca de 435 dólares americanos), brindes dos patrocinadores e uma bola de futebol autografada por jogadores do Rayados de Monterrey.
Para além dos prêmios, Castro destacou que a experiência transmite uma mensagem que vai muito além de qualquer troféu.
“A importância de concursos como este é que motivam os estudantes a se preparar da melhor forma, e não apenas a pensar em competir”, ressaltou. “O que é realmente recompensado é o conhecimento, a disciplina e a confiança em Deus — e é isso que forma profissionais íntegros e éticos.”
A versão original deste artigo foi publicada no site da Divisão Interamericana. Entre no canal da ANN no WhatsApp para acompanhar as últimas notícias da Igreja Adventista.







