South Pacific Division

Simpósio sobre plantio de igrejas desafia futuros pastores a repensar a missão no Pacífico Sul

O simpósio reuniu estudantes da Universidade Avondale para apresentações e debates sobre formação de discípulos, plantio de igrejas, ministério digital e formas de se conectar com as pessoas

Austrália

Juliana Muniz | Evelyn Briggen
Participantes, apresentadores e organizadores. [Foto: Divisão do Pacífico Sul]

Participantes, apresentadores e organizadores. [Foto: Divisão do Pacífico Sul]

Estudantes em preparação para o ministério foram incentivados a explorar novas abordagens para alcançar comunidades cada vez mais secularizadas durante um simpósio sobre plantio de igrejas realizado na Universidade Avondale, em Cooranbong, Nova Gales do Sul, Austrália, nos dias 9 e 10 de outubro.

O evento reuniu estudantes para apresentações e debates sobre formação de discípulos, plantio de igrejas, ministério digital e formas de se conectar com pessoas com pouca ligação com a religião organizada.

O simpósio foi organizado em colaboração pelo departamento de Missão Adventista da Divisão do Pacífico Sul (DPS), pelo Seminário da Universidade Avondale, pela Igreja da Universidade Avondale, pela União Australiana (UA) e pela União da Nova Zelândia e do Pacífico.

Entre os palestrantes estavam o Dr. Wayne Krause, diretor de Missão Global da DPS; Roy Kim, diretor de Missão Adventista da UA; Amy Leposa, pioneira no plantio de igrejas; Jonathan Contero, diretor associado do Centro de Missão Secular e Pós-Cristã; Wayne Boehm, diretor de Missão Adventista da DPS; e SJ Foaga, criador de conteúdo.

Roy Kim, diretor de Missão Adventista da União Australiana.

[Foto: Divisão do Pacífico Sul]

Jonathan Contero, diretor do Centro de Missão Secular e Pós-Cristã.

[Foto: Divisão do Pacífico Sul]

O criador de conteúdo SJ Foaga.

[Foto: Marta Rutkowska]

Wayne Boehm, diretor da Missão Adventista.

[Foto: Marta Rutkowska]

Dr. Wayne Krause, diretor de Missão Global da Divisão do Pacífico Sul.

[Foto: Marta Rutkowska]

Amy Leposa, pioneira no plantio de igrejas.

[Foto: Marta Rutkowska]

As sessões abordaram a relação entre a formação de discípulos e o plantio de igrejas, abordagens para alcançar comunidades secularizadas e pós-cristãs, o ministério baseado em relacionamentos e o uso de plataformas digitais para se conectar com novos públicos. Os participantes também ouviram relatos de experiências de iniciativas de plantio de igrejas já em andamento.

Para Lindsey Birch, estudante do mestrado em Ministério da Universidade Avondale, o simpósio demonstrou como os princípios relacionados ao plantio de igrejas podem ser aplicados em diferentes áreas do ministério.

Embora atualmente não se sinta chamada a iniciar uma nova igreja, Birch afirmou que ouvir sobre a The Table, uma iniciativa de plantio de igrejas no estado de Vitória, foi especialmente inspirador. “Com certeza, consigo perceber melhor como Deus está agindo e quero descobrir como posso aplicar alguns dos princípios que aprendi nas áreas do ministério para as quais fui chamada”, disse Birch.

“As discussões foram além do tema do plantio de igrejas”, acrescentou ela, destacando as sessões sobre ministério nas redes sociais e a compreensão de diferentes contextos culturais.

Para Birch, eventos como o simpósio são importantes para ajudar os atuais e futuros líderes da igreja a se manterem atualizados sobre pesquisas e abordagens relevantes para as comunidades de hoje. “Isso é muito importante para o desenvolvimento profissional contínuo e para os líderes da igreja, sejam eles líderes leigos ou pessoas que já atuam ou pretendem atuar profissionalmente na liderança da igreja”, afirmou.

Ela destacou a importância de conhecer as pesquisas atuais sobre o perfil demográfico das pessoas que as igrejas buscam alcançar e de aprender com abordagens que têm se mostrado eficazes em diferentes contextos ministeriais.

Ao longo do fim de semana, os participantes puderam interagir com os palestrantes, fazer perguntas e refletir sobre como os princípios discutidos poderiam ser aplicados em seus próprios contextos ministeriais.

“Na sexta-feira à noite e durante o almoço de sábado, vários de nós pudemos nos sentar e conversar diretamente com os palestrantes, discutindo algumas das ideias ou histórias que compartilharam. Isso também foi muito valioso”, disse ela.

O artigo original foi publicado no site de notícias da Divisão do Pacífico Sul.

Juliana Muniz | Evelyn Briggen

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