A Escola Secundária Adventista Solusi, no Zimbábue, encontrou água a cerca de 150 metros de profundidade, encerrando uma escassez que limitava o funcionamento do campus havia anos.
O poço bem-sucedido foi perfurado em 22 de junho. Cinco tentativas anteriores, algumas com mais de 130 metros de profundidade, não encontraram água. Cada tentativa fracassada representou um alto custo financeiro, assumido pela escola enquanto continuava racionando a água disponível. O problema se agravava durante o terceiro período letivo, na estação seca, quando os níveis das águas subterrâneas da região baixavam e as atividades diárias no campus eram afetadas.
“Como Comitê de Desenvolvimento Escolar, estamos felizes por termos encontrado um poço com água na escola, depois de várias tentativas que resultaram em poços secos”, afirmou Sikhanyiso Mcijo Ncube, presidente do comitê.
A escassez de água é um problema recorrente para instituições em todo o Zimbábue e afeta de maneira especialmente intensa os internatos, pois o saneamento, o preparo de alimentos e a manutenção das áreas externas dependem de um abastecimento que não pode ser interrompido. Segundo os dirigentes da escola, o novo poço aliviará essas dificuldades imediatamente e permitirá a realização de projetos de desenvolvimento que o racionamento tornava inviáveis.
“Estamos muito felizes por termos encontrado esse recurso tão precioso”, disse Ncube. “Acreditamos que ele trará vida e deixará nossa escola mais verde.”
A escola agora busca arrecadar 8 mil dólares para instalar um sistema de bombeamento movido a energia solar. A energia solar manteria o poço em funcionamento durante as interrupções no fornecimento da rede elétrica nacional e reduziria os custos operacionais ao longo da vida útil da instalação. A Escola Secundária Adventista Solusi convida ex-alunos, parceiros e apoiadores a contribuir.
O artigo original foi publicado no site de notícias da Divisão Africana do Sul e do Oceano Índico.






