O desjejum é uma refeição vital para crianças. Pular essa refeição não é bom para ninguém, mas para as crianças é ainda pior, pois elas possuem uma proporção mais elevada em relação ao peso do cérebro e do fígado. Isso significa que a demanda de glicose do cérebro infantil ultrapassa o que está armazenado no fígado de forma muito mais intensa do que nos adultos. Assim, a reposição da glicose no desjejum é vital.
Como o Desjejum Ajuda as Crianças
Mais energia: Pesquisas mostram que crianças que tomam o desjejum realizam mais na escola e durante o tempo livre, inclusive nos esportes. O desjejum correto alimenta seu filho com um quarto a mais de energia que ele realmente precisa todos os dias.
Maior habilidade de aprendizagem: Um bom desjejum melhora a concentração, fazendo com que as crianças absorvam novas informações, resolvam problemas e desfrutem de uma memória mais ágil. As áreas identificadas com maior rendimento foram leitura e matemática.
Melhor Comportamento: As crianças que tomam desjejum comparecem `a escola com mais regularidade e têm interações mais positivas com seus colegas e professores. Crianças com fome estão mais propensas `a irritabilidade, nervoso, dores de cabeça, gripe e infecções auriculares.
Como alimentá-los
A escolha dos Cereais: Escolha cereais integrais e ricos em fibras, com leite de baixo teor de gordura e frutas, ou cozinhe alguns cereais usando aveia, mel e canela. Outra ideia deliciosa é picar maçãs na aveia que ficou de molho no leite durante a noite.
Opção de pães: Sirva torradas integrais cobertas com manteiga de amendoim natural e banana picada, ou ovos mexidos com espinafre e cogumelos.
Lanche: Prepare uma batida de frutas frescas com leite de baixo teor de gordura, uma seleção de frutas variadas picadas, um copo de iogurte, e gérmen de trigo ou farelo de aveia.
Especial para o final de semana: Para celebrar a chegada do final da semana, faça panquecas caseiras, crepes ou bolos, usando farinha integral e um saboroso recheio/cobertura de vegetais ou frutas frescas/enlatadas, mel e/ou creme de castanha de caju (ao invés de sorvete).
Esse artigo foi publicado originalmente na revista Sinais dos Tempos, em Outubro de 2010.



